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Olá, leitores!

O assunto de hoje é um “barraco” causado pela marca brasileira de móveis Alezzia nas redes sociais nesta última quinta-feira (15).

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Tudo começou quando a marca começou a utilizar uma estratégia ousada – para a maioria dos seguidores da página, machista – ao postar imagens de uma mulher seminua para anunciar os produtos.

De repente, a internet toda teve seu foco voltado a página da Alezzia – até tardiamente, visto que essa linha de comunicação vinha sendo adotada há um ano.

A empresa passou a responder aos críticos com ironia, o que acabou atraindo ainda mais atenção dos seguidores, fãs e haters.

Finalmente, quando a usuária Bruna Bones postou sua reclamação, a empresa respondeu com um desafio que consiste no seguinte:

Se você (Bruna) conseguir baixar a nota da marca no Facebook até o começo de 2017, ganhará um cupom de R$10 mil para utilizar na loja virtual da Alezzia. Caso contrário, a AACD será presenteada com um cupom de R$5 mil. Em caso de nota 4, a AACD é quem leva os R$10 mil.

 

Até o dia seguinte a nota caiu para 2.2, mas dois dias depois – até o momento desta publicação (17/12 às 21h45) – ela já está em 2.4. Como explicar este fenômeno de amor e ódio entre os usuários e a marca?

Apesar de muitos usuários colocarem em evidência a objetificação da mulher, estratégia muito comum em marcas de cerveja e produtos “verão”, muitos fãs defendem uma teoria que faz com que o feminismo se contradiga:

Se vocês (feministas) dizem “meu corpo, minhas regras”, então essa modelo pode fazer o que ela bem entender com o corpo dela, inclusive ser modelo desta marca. O que não pode é um bando de gente feia e mal amada ficar com inveja de uma pessoa tão bonita esteticamente e querer falar de um movimento para justificar o injustificável.

Outros ainda fazem com que os haters se lembrem das propagandas internacionais de perfumes, que costumam utilizar modelos femininos e masculinos seminus para divulgar sua marca. Um caso citado por um usuário, foi o anúncio em que a top Gisele Bündchen aparece de topless ao lado do ator Cauã Reymond na campanha da marca francesa Givenchy.

Não gostaria de deixar minha opinião pessoal aqui, minha única intenção é fazer com que todos reflitam com base nas seguintes perguntas:

A marca passou dos limites? Móveis tem a ver com mulheres seminuas? O que você considera como linha tênue entre o ridículo e o aceitável?

Agora é com vocês!

 

 

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